Empresas de Cosméticos - Distribuição e Revenda

Mercado da beleza desafia a crise

A indústria brasileira da beleza comprovou, na prática, durante os últimos anos, a tese de que em períodos de turbulência econômica cresce a demanda por produtos que elevam a auto estima, como cremes, perfumes e cosméticos. Esse fenômeno, conhecido como “efeito batom”, tem atraído investimentos milionários das maiores empresas globais do setor, e ajudado a rejuvenescer o terceiro maior mercado mundial de cosméticos, atrás apenas de Estados Unidos e Japão.

“O Brasil não é apenas um grande mercado consumidor, mas um imenso laboratório para o desenvolvimento de produtos cosméticos graças à incrível miscigenação de seu povo”, disse a presidente da Abihpec, João Carlos Basílio.

O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial do universo de homens que buscam itens para fins estéticos, segundo indicador da empresa de pesquisa Euromonitor Internacional, atrás somente dos Estados Unidos. O público masculino já responde por 30% das vendas totais. Além disso, o comércio eletrônico tem ajudado a aquecer as vendas do setor de cosméticos. Pesquisa da plataforma digital Sophia Mind revela que 88% das mulheres brasileiras usaram a internet para obter informações de produtos, processos de compras e tutoriais de beleza em 2017, frente a 58% em 2013.

12/04/2019

Fonte: EM (Jornal Estadão - BH)

O fortalecimento do mercado da beleza em 2018

Hoje em dia, as pessoas estão cada vez mais interessadas em se cuidar, manter a aparência sempre bem arrumada e também estão mais interessadas em cuidar da sua saúde.

Por esse grande interesse por parte dos consumidores, a quantidade de salões de beleza aumentaram no Brasil, assim como a quantidade de tratamentos disponíveis para vários casos.

Mesmo com todo o estágio financeiro que o país se encontra, o mercado de beleza está se tornando cada vez mais forte neste ano de 2018 e tende a se fortalecer ainda mais.

O que dizem os especialistas

De acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) juntamente com o Instituto FSB Pesquisa, o Brasil se tornou o terceiro país com o maior mercado de beleza no mundo.

De acordo com esse levantamento, o país ficou atrás, apenas, dos Estados Unidos, que têm 16,5% e da China com 10,3% de todo o consumo mundial no mercado de beleza.

Outro levantamento que foi feito pela Pesquisa de Beleza e Cuidados Pessoais da Euromonitor, o Brasil teve um aumento de 4,6% no ano de 2016 em comparação com o ano de 2015.

Estimativa para o mercado nos próximos anos

Ainda de acordo com a Pesquisa de Beleza e Cuidados Pessoais da Euromonitor, até o ano de 2020 o Brasil terá um aumento acumulado que chegará a 14,3%, uma média de 2,7% a cada ano.

Para este ano de 2018, a porcentagem no faturamento promete ser ainda maior, de 8%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

Os motivos que levaram esse fortalecimento a ser ainda maior se deu porque houve queda da taxa básica de juros (Selic), também houve uma melhora nas condições de crédito, o que fez com que os salões de beleza investissem em melhores produtos e aparelhos modernos, fazendo com que os clientes encontrassem condições para fazer os tratamentos desejados.

30/01/2019

Fonte: Revista Exame

Mercado de beleza e cosméticos brasileiro se fortalece

 

As maiores empresas de beleza e cosméticos do país apresentaram significativo crescimento no ano passado e seguirão expandindo em 2018. A queda da taxa básica de juros (Selic), a melhora nas condições de crédito e a redução da inflação estão influenciando positivamente a disponibilidade de renda da população e o consequente consumo de produtos de cosméticos e beleza e serviços do setor.

Para o ano de 2018, o mercado brasileiro de produtos de cosméticos projeta um crescimento nominal de 8% no faturamento, segundo a ABIHPEC. A queda da taxa básica de juros (Selic), a melhora nas condições de crédito e a redução da inflação estão influenciando positivamente a disponibilidade de renda da população e o consequente consumo de produtos e serviços do setor. Além disso, a previsão é de que o faturamento equivalha ao triplo do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) que, segundo a mais recente projeção do Banco Central, será de 2,7% neste ano.

Fonte: Brazil Beauty News

Data: 10/10/2018

Lista da Forbes mostra que a indústria da beleza é um grande negócio

 

A beleza é um grande negócio. Segundo a CNN, na recente lista da Forbes sobre “As mulheres bem-sucedidas mais ricas da América”, sete de cerca de 60 nomes fizerem suas fortunas no setor de cosméticos e cuidados com a pele.

 

Fonte: O Globo

Data: 06/08/2018

 

Mercado brasileiro de beleza masculina cresce 70% em 5 anos

O mercado brasileiro de produtos de beleza masculinos atingiu US$ 6,2 bilhões em 2017, acumulando um crescimento de 69,7% nos últimos cinco anos, muito acima da média global, que foi de 26%, segundo o Euromonitor, provedor de pesquisa de mercado.

O Brasil já representa 13% das vendas de cosméticos mundiais, que somaram U$ 49,5 bilhões no ano passado, consolidando a segunda posição no ranking, atrás apenas dos Estados Unidos, que detêm 18% de participação, mais de duas vezes o alcançado pelo terceiro colocado, a Alemanha, com 6%.

As previsões do Euromonitor para os próximos cinco anos também são muito mais promissoras para o Brasil, que deverá alcançar mais de 20% de participação no mercado global, com vendas de cosméticos e produtos de beleza de U$ 8,1 bilhões em 2022, com uma média de crescimento anual 11,2%, mais do que o dobro da elevação prevista para o mercado global: 4,7% ao ano, atingindo US$ 56,2 bilhões em 2022.

Fonte: Cosmetics Online Brasil

Data: 06/08/2018

Aumenta o número de Microempreendedores Individuais no mercado de beleza no MS.

O número de pessoas que decidiu optar por trabalhar como Microempreendedor Individual (MEI) aumentou expressivamente em Mato Grosso do Sul em 2017, mostra um levantamento do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS.

 

O Estado teve um aumento de 16,5% no número de inscritos como MEI no ano passado, em comparação com 2016. Até fevereiro de 2018, foram registrados mais de 95 mil estabelecimentos nesta categoria – com destaque para o comércio varejista de artigos de vestuário/acessórios e para serviços e produtos ligados à beleza (cabeleireiros, manicures e pedicures).

 

Com números cada vez mais expressivos, o MEI vem sofrendo adaptações graduais. Neste ano, o enquadramento do faturamento bruto anual passou de R$ 60 mil para até R$ 81 mil, e quem quiser prestar serviços a outra pessoa jurídica tem a necessidade de emitir NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).

Fonte: Serasa Experian

27/03/2018

Mercado de beleza nacional se fortalece com empresas maduras e consolidadas.

O Brasil é um país surpreendente. De tempos em tempos enfrenta oscilações políticas e econômicas, vê testada a sua capacidade de reagir às turbulências e ainda encontra caminhos para crescer, como é o caso do ramo da beleza e da estética. Por se tratar de uma nação tropical que valoriza a beleza e o bem-estar, esse mercado segue avançando e se consolidando em 2018.

O mercado brasileiro de produtos de beleza projeta um crescimento nominal de 18% no faturamento em 2018, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). A queda da taxa básica de juros (Selic), a melhora nas condições de crédito e a redução da inflação estão influenciando positivamente a disponibilidade de renda da população e o consequente consumo de produtos de beleza e cosméticos e serviços do setor.

Além disso, a previsão é de que o faturamento equivalha ao triplo do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) que, segundo a mais recente projeção do Banco Central, será de 2,7% neste ano. 

Fonte: Portal Terra

21/03/2018

Mais de 70% das empresas criadas até maio foram MEIs, diz Serasa Experian.

Segundo informações da Serasa Experian, nos cinco primeiros meses deste ano, os microempreendimentos individuais (MEIs) foram responsáveis por 79% do total de novos negócios criados no país. De um total de 955.368 novas empresas, 753.344 foram empreendimentos dessa natureza jurídica. Ambos os números são recordes para o período.

A entidade destaca que o avanço mostra que os brasileiros estão apostando no empreendedorismo para driblar a falta de vagas no mercado de trabalho. O número de novas MEIs é recorde para o mês de maio desde 2010, quando o indicador passou a ser feito pela Serasa Experian. Foram 166.831 contra 143.007 nascimentos registrados em maio de 2016, uma alta de 16,7%.

Das 209.150 novas empresas criadas em maio, 132.234 eram do segmento de serviços, o equivalente a 63,2% do total. As empresas voltadas ao comércio totalizaram 59.552 (28,5% do total) e, no setor industrial, foram abertos 16.846 negócios (8,1% do total) no mês.

17/08/2017

Fonte: Cosmetics Online

Crise econômica não impede crescimento de cosméticos profissionais no Brasil.

A crise chegou para todos, mas os fabricantes e revendedores de cosméticos no Brasil estão entre os que menos sentiram os efeitos da retração econômica no país.

Enquanto marcas populares de beleza cresceram 4,4% em 2016, os produtos para salões de beleza e clínicas de estéticas tiveram alta de 9,1%, de acordo com a Euromonitor.

Os números repetiram a tendência do ano anterior, quando as vendas da categoria aumentaram 16,6%, enquanto as vendas dos cosméticos de massa caíram 1,3%.

15/09/2017

Fonte: Brazil Beauty News

Consumo de cosméticos e produtos de higiene pessoal cresceu 45,6% em cinco anos.

Em cinco anos, o consumo de produtos de higiene pessoal e cosméticos no País cresceu 45,6%, alcançando bons resultados mesmo em meio à crise econômica. De acordo com dados da consultoria Euromonitor, o segmento passou de vendas anuais de R$ 2,7 bilhões em 2011 para R$ 3,9 bilhões em 2016.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Daniel de Oliveira – responsável pela área de Inteligência de Mercado da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) – disse que os produtos para cabelo ocuparam lugar de destaque. “O setor representou um terço do segmento total, crescendo 83,3% desde 2011”, afirmou.

23/05/2017

Fonte: Revista Exame

Confiança de micro pequenos empresários cresce 20,7% em um ano.

Em julho, o Indicador de Confiança (IC) dos micro e pequenos empresários dos segmentos do varejo e de serviços avançou 20,7% na comparação anual. O indicador, que é calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), passou de 37,06 pontos para 44,72 pontos, atingindo o maior patamar em 15 meses de série histórica.

O IC é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. O Indicador de Condições Gerais, que avalia a percepção do micro e pequeno empresariado sobre o desempenho de suas empresas e da economia brasileira nos últimos seis meses, passou de 21,32 pontos para 25,53 pontos, na comparação com julho de 2015. No que se refere às expectativas para os próximos seis meses, o indicador marcou 59,11 pontos, alta de 20,9% ante julho de 2015. Na comparação mensal, as expectativas para a economia passaram de 54,78 pontos em junho, para 56,07 pontos em julho. 

24/08/2016

Fonte: Cosmetics Online

Crise Não Diminuiu Cuidados com a Beleza.

 

Segundo a pesquisa Beauty Plan 2016, realizada pela equipe de Beauty Intelligence, apesar da crise econômica, as mulheres não deixam de tomar alguns cuidados essenciais com a beleza.

 

A pesquisa revelou que 83% das mulheres não pretendem conter gastos com produtos de higiene básica como shampoo, condicionador e sabonete; 58% delas não deixam de comprar produtos para cabelo; 57% da maquiagem; 56% não deixam de comprar produtos para limpeza facial; e 51% não deixam os perfumes fora da lista. 

 

Os produtos que aparecem em destaque na pesquisa são: itens de limpeza (66%), filtro solar (65%) e clareadores e antissinais (52%).

 

28/06/2016

Fonte: Portal Giro news

Venda de cosméticos está entre os negócios mais promissores para o ano.

 

O bom desempenho dos produtos de beleza no comércio porta a porta e em franquias durante 2015 deve se repetir neste ano, mesmo com a retração da economia no Brasil.

A venda de cosméticos é uma das principais apostas do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) para 2016. Ao lado do serviço de pedreiros, eletricistas e encanadores, o conserto de carros e eletrônicos, e a confecção e comércio de roupas, acessórios e alimentos para consumo domiciliar, os negócios ligados à beleza são os que têm mais chance de triunfar neste ano de pessimismo econômico no Brasil.

 

Trata-se de uma lógica mercadológica bastante simples: se durante a crise o consumidor não consegue comprar um celular novo, o jeito é consertar o usado. Se não é hora de investir em um carro zero ou fazer uma viagem internacional, ainda é possível adquirir bens de menor valor que também tragam satisfação e bem-estar, como os cosméticos.

 

Mas não é no varejo tradicional que se encontram as maiores oportunidades de sucesso com os produtos de beleza, e sim nas franquias e vendas diretas. Os dois canais de distribuição tiveram resultados positivos em 2015 e a boa performance deve se repetir neste ano.

“O setor de franchising no subsegmento de cosméticos e perfumaria vem se mostrando resiliente frente ao atual cenário brasileiro. Mesmo com as quedas expressivas no varejo e no PIB, ele registou crescimento de 7,7% em 2015. Em números de unidades, a alta foi de 5,7%”, informa Claudio Tieghi, diretor de inteligência de mercado da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

 

Para ele, o desempenho positivo das franquias de HPPC se explica, primeiramente, por trabalharem com marcas tradicionais, números da ABF mostram que a mortalidade de franquias é dez vezes menor que a de negócios independentes – a taxa é de 4% contra 40%.

 

Para as vendas diretas, 2015 foi de estabilidade. Com cerca de 90% do volume de negócios concentrados em produtos de beleza, e mais de 4,5 milhões de profissionais autônomos atuantes, o canal registrou uma receita de R$ 41,3 bilhões no ano passado, o que coloca o Brasil na quinta posição no ranking mundial do porta a porta, atrás dos EUA, China, Japão e Coreia do Sul.

Empreender no canal de vendas diretas pode ser um bom negócio tanto em momentos de crise, quanto em um cenário favorável”, diz Roberta Kuruzu, diretora executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Além do baixo risco de investimento, ela ressalta a natureza eclética do setor. “Qualquer pessoa pode iniciar um negócio em venda direta, já que não há restrição de idade, sexo ou escolaridade. As empresas geralmente cobram taxas iniciais baixas, e oferecem capacitação e treinamento em produtos e gestão de negócios”.

 

15/03/2016

Fonte: Brazil Beauty News (Sebrae)

Pesquisa mostra que taxa de empreendedorismo no Brasil é a maior em 14 anos

 

Praticamente quatro em cada dez brasileiros adultos já possuem um negócio ou estão envolvidos com a criação de uma empresa. Este é o dado revelado pela mais recente pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), realizada em 2015 e patrocinada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Brasil.

No ano passado, a taxa de empreendedorismo no país foi de 39,3% segundo o estudo, o maior índice dos últimos 14 anos, e quase o dobro do registrado em 2002, quando era de 20,9%.

 

O estudo também revela que 56% dos empreendedores que estão criando ou já abriram uma empresa identificaram uma oportunidade. Esse número sofreu uma queda em relação aos últimos anos e voltou ao mesmo patamar de 2007, quando a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa entrou em vigor.

"Com a melhoria do ambiente legal no Brasil, presenciamos um boom no empreendedorismo. O aumento de incentivos influenciou o forte crescimento do empreendedorismo por oportunidade, que pode ter voltado a um patamar mais equilibrado quando comparado com o empreendedorismo por necessidade", diz o presidente do Sebrae, Guilherm Afif Domingos.

 

25/02/2016

Fonte: Uol Economia 

Mercado de beleza masculino cresce no Brasil

 

Produtos como xampu, sabonetes, produtos de barbear e cremes não saíram da lista de compras dos homens em 2015 e movimentaram cerca de US$ 5 bilhões em 2015, segundo estimativa da empresa de pesquisa Euromonitor International - uma alta de 7,1% ante a 2014.

 

A Euromonitor prevê que o mercado de beleza e cosméticos masculino mantenha um ritmo de crescimento de 7,1% ao ano até 2019. Se essa previsão se concretizar, em quatro anos, o Brasil se tornará o maior mercado de cuidados pessoais para homens, movimentando US$ 6,7 bilhões e superando os Estados Unidos, que terão um mercado de US$ 6,4 bilhões em quatro anos.

 

14/01/2016

Fonte: Portal Giro News
 

O Empreendedorismo no segmento de Cosméticos.

 

A Venda Direta de Cosméticos movimenta cifras astronômicas no Brasil através de 4,5 milhões de consultores que trabalham diretamente neste segmento do mercado. A grande vantagem deste modelo de negócios em questão, é que o consultor de vendas de cosméticos poderá ingressar nessa área com um investimento relativamente baixo e não requer experiência anterior, sendo que o único passivo se resume praticamente ao estoque de produtos. 

Porém, nas últimas décadas surgiu um novo nicho na Venda Direta de Cosméticos: a distribuição de produtos cosméticos profissionais, ou seja, um canal com foco comercial voltado aos profissionais de salões de beleza que são os usuários de produtos cosméticos específicos, e desse modo, o Distribuidor de Cosmético Profissional realiza um atendimento consultivo, intrucional e transações comerciais B2B, já que o produto cosmético profissional é o instrumento de trabalho dos cabeleireiros. Com a alta demanda destes produtos no mercado, o surgimento de novas ampresas no meio foi um reflexo imediato, assim como a grande quantidade de distribuidores independentes que surgiram como canais de distribuição destes produtos.

 

A Venda Direta de produtos profissionais de beleza não pode ser vista como um trabalho informal, comenta Eraldo Shinzato, analista de mercado e consultor de quatro grandes indústrias de cosmética profissional do país. O Distribuidor de produtos para salões de beleza é um dos principais canais de vendas das empresas de linha profissional, é uma pessoa jurídica com um Centro Técnico de Beleza e uma equipe de consultores especializados que oferecem soluções aos profissionais de beleza através de produtos exclusivos de alta performance que não são encontrados nos canais tradicionais de varejo. 

Para Shinzato, o fato do Brasil ser o terceiro maior mercado mundial de produtos de beleza, fez com que os departamentos de P&D das indústrias alcançassem um alto grau de eficiência e inovação nos produtos cosméticos para se manterem competitivos e o reflexo dessa qualidade obtida é a fase de expansão internacional que ocorre no setor, conquistando mercados de beleza, antes inexplorados, como Coreia do Sul, Panamá, Angola e os países dos Emirados Árabes. 

 

17/12/2015

Fonte: Portal R7

Crise não afeta mercado de beleza e estética.

 

Em meio à crise, alguns mercados não se viram abalados, mesmo que considerados supérfluos. Um bom exemplo é o da beleza.

 

De acordo com o Sebrae, entre 2010 e 2015, o número de registros novos no setor de salões de beleza e clínicas de estética aumentou 567%, totalizando 482.455 empreendimentos. O crescimento do setor de beleza é responsável pelo aumento do número de microempreendedores individuais (MEIs), que faturam até R$ 60 mil por ano.

 

23/11/2015

Fonte: Jornal do Brasil

Brasileiros gastam mais com salão de beleza que com educação, diz estudo.

 

Anualmente, as famílias brasileiras gastam R$ 20,3 bilhões com serviços de cabeleireiros, manicure e pedicure, segundo dados divulgados nesta terça-feira (4) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Os gastos são 18% superiores às despesas com cursos regulares de educação (da pré-escola ao segundo grau), que são de R$ 17,24 bilhões. São superiores também ao montante anual das famílias com alimentos básicos como aves e ovos, que é de R$ 19,86 bilhões.

Os dados que compõem o estudo consideram os serviços de barbeiro, cabeleireiro, barba e corte de cabelo, além dos serviços de manicure e pedicure. As informações foram estimadas com base na Pesquisa de Orçamento Familiares (POF), do IBGE.

A pesquisa destaca também que as classes D e E investem na aquisição de imóveis R$ 3,11 bilhões anualmente, praticamente a mesma quantia investida pela classe A em salões de beleza – R$ 3 bilhões.

Classe C é a maior consumidora desses serviços
Segundo a FecomercioSP, o maior volume de consumo de serviços de salões de beleza está na classe C, com R$ 11,8 bilhões. O segundo maior gasto, com R$ 3 bilhões, é da classe A, seguida pela B, com R$ 2,9 bilhões.

 

Os consumidores da classe D gastam cerca de R$ 1,4 bilhão por ano e os da E, R$ 1,1 bilhão.

Considerando o valor médio de consumo das famílias, a classe A é a que possui o maior valor, com média anual de R$ 1.310,38. Para os consumidores da classe C, a média é de R$ 369,27.

Apenas no estado de São Paulo, o total dos gastos estimados com cabeleireiros é de R$ 6,26 bilhões, o que representa 31% das despesas das famílias em todo o país. Ainda considerando o mercado paulista, a classe C também é que a mais consome, com mais de R$ 3,7 bilhões por ano.

 

Os consumidores da classe D gastam cerca de R$ 1,4 bilhão por ano e os da E, R$ 1,1 bilhão.

Considerando o valor médio de consumo das famílias, a classe A é a que possui o maior valor, com média anual de R$ 1.310,38. Para os consumidores da classe C, a média é de R$ 369,27.

Apenas no estado de São Paulo, o total dos gastos estimados com cabeleireiros é de R$ 6,26 bilhões, o que representa 31% das despesas das famílias em todo o país. Ainda considerando o mercado paulista, a classe C também é que a mais consome, com mais de R$ 3,7 bilhões por ano.

 

15/10/2015

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios (g1.com)

 

Cenário econômico eleva empreendedorismo “por necessidade”, aponta Serasa

 

O Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas registrou a criação de 990.964 novos empreendimentos no Brasil no primeiro semestre do ano, aumento de 4,9% em relação ao mesmo período de 2014, quando 944.678 novas empresas foram criadas.

 

No mês de junho surgiram 168.445 empresas, aumento de 12,8% em relação ao mesmo mês no ano passado, quando o número foi de 149.350. 

 

De acordo com os economistas da Serasa Experian, diante do quadro adverso da economia do país, o aumento no número de novas empresas, no acumulado interanual, pode ser creditado ao aumento do empreendedorismo por necessidade, em contraposição ao empreendedorismo por oportunidade.

 

O setor de serviços continua sendo o mais procurado por quem quer empreender. De janeiro a junho de 2015, 607.068 novas empresas surgiram neste segmento, o equivalente a 61,3% do total. Em seguida, 299.882 empresas comerciais (30,3% do total) e, no setor industrial, foram abertas 80.958 empresas (8,2% do total) neste mesmo período. 

 

01/09/2015

Fonte: Cosmetics Online

Brasil será maior mercado de cosméticos masculinos, segundo Euromonitor

 

Nota publicada no jornal O Estado de S. Paulo destaca que o Brasil deverá superar os Estados Unidos e se tornar o maior mercado de cosméticos masculinos em 2019, segundo estudo da consultoria Euromonitor. O segmento movimentou US$4,7 bilhões no país em 2014, 35% abaixo do registrado no mercado americano.

 

Segundo a Euromonitor, a compra de produtos masculinos para cuidado pessoal deve crescer cerca de 7,1% ao ano. Esse desempenho deve colocar os brasileiros no topo do ranking de consumidores na categoria. Nos últimos cinco anos, o mercado de produtos de beleza para homens avançou 25% no mundo e dobrou no Brasil – onde os segmentos com maior expansão nas vendas foram os de sabonetes, de produtos capilares e para barbear.

 

07/08/2015

Fonte: Cosmetics Online

Venda de Cosméticos - Vaidade feminina vence obstáculos apesar da crise.

 

Você sabia que desde 2013 o mercado de cosméticos brasileiro é o segundo no ranking global? O consumo desse segmento no Brasil só perde para os Estados Unidos. Em 2012, dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos já haviam indicado vendas que somaram 41 bilhões de dólares, o que justifica o crescente investimento das multinacionais “gigantes da beleza” no país.

 

Paralelo a isso, também está comprovado que, em tempos de recessão econômica, as brasileiras passam a gastar mais com artigos de beleza do que com bens duráveis. Os especialistas chamam isso de “Índice do Batom”. A justificativa é que nos momentos de dificuldades financeiras, as mulheres dão preferência a produtos como batons, por exemplo, em vez de bolsas e calçados.

 

Autoestima favorecidaOutro fator indiscutível é a vaidade da mulher brasileira, que busca aumentar a autoestima, e ao mesmo tempo se sentir mais segura na hora de procurar emprego, em tempos de recessão. Para comprovar essa tendência, a reportagem do Jornal do Vale do Itapocu foi procurar dois locais que comercializam produtos de beleza e ouvir consumidores. Ah! E não dá para esquecer que o consumo desses produtos entre os homens está em ascensão. 

 

A empregada doméstica Maria do Carmo da Silva Reis, 53 anos, reconhece que é vaidosa e não deixa de buscar produtos para elevar a autoestima. “Independente de crise, a mulher gosta de estar bem. A brasileira é muito vaidosa, quer sempre estar em dia com as novidades”, declara, sorrindo. Para dar um “up” no visual, ela investiu R$ 124,30 na compra de cera depilatória, batom, xampu, condicionador, máscara hidratante para cabelos tingidos e argila para a face.

 

01/06/2015

Fonte: Jornal Vale do Itapocu

 

Mercado brasileiro de cosméticos cresceu 11% em 2014.

 

O setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) tem faturamento de R$ 101,7 bi em 2014, revelou a Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC). A indústria brasileira de cosméticos tem papel fundamental na economia brasileira e já representa mais de 1,8% do PIB nacional. O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cosméticos e produtos ligados à beleza.

 

Com um faturamento na ordem de R$ 101,7 bilhões, o setor registroucrescimento nominal de 11% em 2014, se comparado aos R$ 91,9 bilhões, de 2013. “Esse desempenho está associado a importantes fatores que impulsionam a indústria nacional, como o investimento em inovação e publicidade,” diz João Carlos Basilio, presidente da ABIHPEC.

 

O Brasil segue como terceiro maior mercado consumidor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) do mundo, atrás apenas de Estados Unidos e China, se distanciando cada vez mais do Japão, que ocupa a quarta posição.

 

Responsável por mais de 1,8% do PIB nacional, a indústria brasileira de HPPC segue representando 9,4% do consumo mundial e ocupa uma fatia de mais de 53% do mercado latino-americano. “Sem dúvida, o Brasil é a grande potência da América Latina. Entre os principais mercados destino das exportações brasileiras do setor estão Argentina, Chile, Venezuela, México e Colômbia, sendo que a categoria de produtos para cabelos é a mais exportada”, reforça João Carlos Basilio.

 

Impulsionado pelas categorias de condicionadores, colorantes e xampu, que juntos representam 90% do segmento de cabelos, o País registrou um faturamento de R$ 21,2 bilhões em 2014, um crescimento de 11% frente a 2013.

 

06/05/2015

Fonte: Brazil Beauty News

Beauty Hair Cosméticos recebe o prêmio "Top of Quality Gold Internacional 2015."

 

A Beauty Hair orgulhosamente tem o prazer de trazer aos seus clientes, colaboradores e parceiros mais um reconhecimento dado a nossa companhia, o prêmio TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015. Segue abaixo o texto na íntegra:

 

Á Diretoria

 

Beauty Hair Cosméticos

 

A Empresa  foi indicada a receber o  PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015®,e Empresário do Ano. E que ocupou inquestionavelmente a qualidade, a comissão de consultores de qualidade do Instituto Nacional de Excelência  de Gestão de Qualidade Total Quality  que se basearam em  vários aspectos do desempenho da empresa:  filosofia empresarial , prática operacional , qualidade dos produtos ,  respeito ao consumidor/cliente  e  responsabilidade social e credibilidade da empresa no mercado.

 

Voltado para empresa e empresários, o prêmio PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015 reconhece as iniciativas das empresas e veículos de comunicação ao longo do ano e é organizado pelo Instituto Nacional de Excelência  de Gestão de Qualidade Total Quality.

 

O Troféu PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015, tem como finalidade principal trazer ao conhecimento público, empresas no segmento industrial, comercial e de serviços, ou profissionais Liberais, que com talento e capacidade de empreender, contribuem com o crescimento e desenvolvimento do país.

 

Este intercâmbio entre os países participantes oportuniza novos negócios e parcerias, pois na ocasião acontecerá a entrega do Troféu PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015 em sua 16ª edição  , com presenças de Empresas e autoridades representativas dos Países da América Latina, América do Norte e Europa

 

Atenta ao que ocorre no mundo business, o PRÊMIO TOP OF QUALITY GOLD INTERNACIONAL 2015 seleciona seus convidados através de participações em feiras nacionais e internacionais, congressos, pesquisas de desenvolvimentos de produtos inovadores, tradição no mercado nacional, por prêmios recebidos, pela responsabilidade social e certificados de qualidades adquiridos no decorrer de sua existência.

 

O Objetivo desta premiação é trazer a público as iniciativas empresariais e profissionais que incentivam o talento, a produtividade e, principalmente a capacidade do empresário empreendedor.

 

Trata-se do reconhecimento às empresas que contribuem para o crescimento e desenvolvimento do país, devido à constante luta para permanecer em um mercado tão competitivo, nos seus diversos setores.

 

Por este motivo o Instituto Nacional de Excelência  de Gestão de Qualidade Total Quality  , como uma prova de reconhecimento á qualidade de sua empresa e a cada um de seus seguimentos, e pelo grande público consumidor,  pela preferência aos produtos incentiva a melhorar a qualidade .

 

O resultado da pesquisa junto a clientes e fornecedores da empresa, que foi determinante para a confirmação da referida premiação, sendo que outros aspectos relevantes estão  abordados no  laudo técnico de qualidade internacional   elaborado pela divisão de qualidade do Instituto Nacional de Excelência  de Gestão de Qualidade Total Quality .

 

Fonte: Assessoria de Marketing

12/03/2015

Beautycare Brazil: exportações crescem 16% em 2014.

 

As exportações das 58 empresas participantes do projeto Beautycare Brazil no ano passado somaram US$ 183,2 milhões, um crescimento de 16% em relação a 2013. Esse valor representou 23% do total vendido ao exterior por todo o setor de higine pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC), que em 2014 totalizou US$ 798,2 milhões – um crescimento de 2% em comparação a 2013. Os dados foram divulgados ontem, em evento para a renovação do projeto setorial.

 

Desde 2013, produtoras de insumos para o setor de HPPC também participam do Beautycare Brazil. Atualmente, são 14 empresas desse segmento, que conjuntamente representaram 14% das exportações do projeto em 2014.

Os mercados-alvo para a realização das ações de promoção do segmento de insumos são Alemanha, China, Colômbia, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Japão e México. No segmento de produtos acabados os mercados-alvo são Angola, Chile, Egito, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, França, México e Rússia.

 

Fonte: Cosmetics Online

15/02/2015

Vendas de perfumes e cosméticos aumentaram 10% em shoppings brasileiros.

 

Dentro dos shoppings, os que mais faturaram neste Natal foram os lojistas da categoria de beleza. Segundo a Alshop, as vendas de perfumes e cosméticos foram 10% maiores do que em 2013, superando segmentos tradicionalmente fortes, como o de brinquedos, que cresceu 9,5%, e o de vestuário, com alta de 8,5%.

 

O Natal também é a data comemorativa mais importante no calendário das consultoras de cosméticos no Brasil, país que reúne mais de 4,5 milhões profissionais do ramo. Com promoções e kits especiais desenvolvidos pelos fabricantes, as vendas de produtos de perfumaria, higiene pessoal e maquiagem no período de festas chegam a crescer até 100%. Dados da Associação Brasileira das Empresas de Vendas Diretas(Abved) mostram que, em 2013, o comércio porta a porta de artigos de beleza movimentou R$41,6 milhões e a previsão da entidade era fechar 2014 com crescimento de 7%.

 

Fonte: Brazil Beauty News

11/02/2015

Para o consumidor brasileiro, indústria de beleza

higiene pessoal é a mais confiável do país.

 

Qualidade dos produtos, capacidade de inovação e comportamento ético - a partir destes três quesitos, o instituto Datafolha desenvolveu uma pesquisa de opinião encomendada pela agência brasileira Imagem Corporativa para avaliar a credibilidade das empresas nacionais em dez setores, que foram selecionados pelo alto grau de interação que mantêm com clientes, por trabalharem com marcas conhecidas em todo o país e oferecerem produtos ou serviços regularmente consumidos.

 

O resultado está no primeiro Índice de Reputação Empresarial Imagem Corporativa/Datafolha, que teve a indústria de beleza e higiene pessoal eleita a mais reputada do Brasil. Com notas de 7,4 para qualidade e inovação e 7,0 no tópico ética, numa escala que variava de zero a dez, a categoria liderou a avaliação, para a qual foram entrevistados mais de 2000 consumidores em 135 municípios brasileiros.

 

Na sequência do ranking, vieram os segmentos de veículos, alimentos, varejistas, companhias aéreas, bebidas, bancos, empresas de cartão de crédito, de telefonia e planos de saúde. Em todas as categorias, as piores notas foram dadas para o comportamento ético das corporações, entendido como a forma de agir com transparência e de maneira correta.

 

Fonte: Brazil Beauty News

08/01/2015

 

Empresários apostam no mercado de beleza em São José dos Campos.

 

Empresários estão apostando e investindo no mercado de beleza em São José dos Campos (SP). Em quatro anos, o número de salões de beleza aumentou cinco vezes na cidade. Em 2010 eram 41 e hoje já são cerca de 199.

 

Júlio Silva abriu o salão há um ano e conta que o movimento aumentou desde que ele expandiu o local para a garagem de casa. Segundo o empresário, hoje ele conta com a ajuda de sete funcionários e uma pediu as contas porque também resolveu ter o seu próprio negócio. 

 

"Ela começou como auxiliar, foi se aprimorando a cada dia mais, passou para profissional. Agora que ela teve um capital e está investindo no seu próprio salão. É um mercado que tem uma crescente muito grande", afirmou o cabeleireiro.

 

O aumento no número de salões movimenta também o mercado de produtos de beleza. Em São José, já existem indústrias e empresas que vieram para a cidade por causa do potencial nesse setor.A empresária Ana Beatriz Bontorim decidiu abandonar a carreira em uma multinacional para se dedicar ao mercado de estética. "A vida moderna exigiu que eu encontrasse um serviço em lugares próximos. Nisso nasceu a empresa, para reunir saúde, beleza, estética e geração de conhecimento tudo em um só lugar e foi também algumas necessidades que eu enxerguei na região", afirmou.

 

10/11/2014

Fonte: Portal G1 

 

Crescimento à prova de crises

 

O setor de cosméticos, apesar do cenário de desaceleração econômica, inflação em alta e incertezas ante ao que está por vir, segue "blindado" contra tais adversidades. A reportagem menciona a expectativa de 11,8% de crescimento para a indústria cosmética em 2014 o que significa que para as empresas do setor devem faturar R$ 42,6 bilhões (segundo dados da Abihpec).

 

O texto ressalta a necessidade dos brasileiros de não abrir mão do bem estar e dos itens que garantem o cuidado pessoal, mesmo em tempos de crise – quando a aquisição de outros bens de consumo é cortada ou adiada. As medidas de aperto não chegam ao batom. Em entrevista à Veja, Carlos Gouveia, da consultoria Nielsen aponta que durante a crise de 2009, quando a economia brasileira sofreu retração de 0,2%%, a maior parte dos consumidores não reduziu gastos com cosméticos. Segundo pesquisa da Nielsen naquele período, apenas 14% dos entrevistados afirmaram terem trocado suas marcas preferidas de cosméticos por outras mais baratas.

 

Em 2014, os investimentos devem avançar 5,2% no setor, chegando R$ 14,1 bilhões. De acordo com João Carlos Basílio, presidente da Abihpec, a representatividade do setor no cálculo do PIB deve passar de 1,8% para 2% até 2016. Dentre os destaques no setor está a representatividade dos produtos de maior valor agregado. Segundo dados da Euromonitor mencionados pela matéria, de 2008 a 2013, a categoria de produtos de beleza considerados premium registrou um crescimento de 102,8% no Brasil, superando a média mundial, de 15,8%. De 2013 a 2018, o crescimento esperado é de 36,3%, enquanto o avanço projetado para a média global é de 14,9%.

 

O bom desempenho do segmento de vendas diretas, que posiciona o Brasil como o quinto mercado mundial nesse segmento, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Coreia do Sul, segundo ranking da Federação Mundial de Vendas Diretas (WFDSA, na sigla em inglês). Para este ano, a expectativa da DirectBiz, consultoria especializada em vendas diretas, é de avanço de 5% a 7%.  

 

Fonte: Revista Veja

21/10/2014 

Indústria de cosméticos continua crescendo apesar da fraca economia

Na contramão da economia, a indústria de cosméticos cresce forte. Na feira do setor que acontece em São Paulo,

65% dos expositores são estrangeiros que querem investir no Brasil.

A indústria de comésticos não conhece o regime layoff, férias coletivas ou capacidade ociosa. Enquanto a maioria da indústria se esforça para terminar o ano no azul, uma fábrica de cosméticos na capital paulista cresceu 27% só no primeiro semestre.E que mercado. Mais de 200 milhões de habitantes com fama de gente vaidosa.

 

De janeiro a junho deste ano, a produção do setor cresceu 7% na comparação com o mesmo período do ano passado. O faturamento também aumentou, 12,6%, e chegou a R$ 19,5 bilhões.O diretor de uma empresa alemã veio ao Brasil para uma feira do setor e tem a explicação. "Geralmente quando a economia está fraca, a indústria de cosméticos vai bem. Isso acontece na Europa e talvez seja a razão aqui. As pessoas dizem: bem, se eu não posso comprar um carro, vou cuidar bem de mim", explica Ian Ianichen, diretor de planejamento da alemã Straetmans.

 

Uma empresa americana concorda e investiu US$ 20 milhões em uma fábrica no Rio de Janeiro. "A gente vai ter mais competitividade localmente atendendo os nossos clientes com os produtos que vão ser produzidos aqui até o primeiro semestre do ano que vem", diz Wiron Viana, gerente de vendas da Lubrisol.Nesse ritmo, o diretor de uma companhia inglesa diz que é preciso correr. "O mais importante é você ganhar seu nome cedo no Brasil. Você tem que estar no Brasil", afirma Thomas Kerfoot, diretor comercial do Kerfoot Group.

 

Fonte: Globo News

12/09/2014

Abihpec divulga dados sobre mercado de cabelos.

 

Uma parcela equivalente a dois terços dos brasileiros gostaria de dar mais atenção aos seus cabelos, segundo dados da Mintel. Este e outros dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), a respeito do mercado de produtos capilares no Brasil.A entidade aponta que o país, segundo maior mercado consumidor de produtos de cabelos do mundo, ainda tem grandes oportunidades de crescimento nesse setor. “Temos um mercado forte no Brasil, que ainda nos reserva grandes oportunidades”, destaca João Carlos Basilio, presidente da Abihpec.

 

Ao observar apenas a categoria de condicionadores, o Brasil detém 26% de market share no mercado mundial. De cada quatro condicionadores comercializados no mundo, um é vendido no Brasil.O Brasil tem 12% de participação no mundial na categoria de produtos para cabelos. A entidade ressalta o aumento recente na oferta de produtos para cabelos, com foco em tratamento. Produtos para cabelos danificados representavam 23% do market share em 2009, participação que saltou para 37% em 2013.

 

Produtos para tratamento estão ocupando cada vez mais o espaço dos shampoos. De acordo com a Abihpec, o setor encara essa migração de consumo de forma positiva pois produtos para tratamento têm maior valor agregado. “Essa tendência ressalta a importância dos produtos de higiene pessoal para a saúde, o bem-estar e a autoestima da população”, argumenta Basilio.A cada dois anos, cerca de 30% do faturamento do setor provêm de lançamentos. O dado evidencia o dinamismo e o esforço de inovação que caracteriza a indústria cosmética. Pesquisas sobre hábitos de consumo mostram que apenas 31% dos consumidores são fiéis às marcas. Os dados foram apresentados durante a cerimônia do Programa de Qualificação de Fornecedores da entidade. 

 

03/09/2014

Fonte: Cosmetics Online 

Vendas diretas crescem no país.

Ao contrário do que muitos pensam, o crescimento das vendas online não está impedindo o crescimento das vendas diretas.  Ao mesmo tempo em que a internet conquista dia a dia novos adeptos, o sistema de distribuição, que antes era conhecido como porta a porta, também cresce e angaria tanto novos consumidores como novas categorias de produtos.

Até poucos anos atrás, cosméticos, higiene pessoal e perfumaria participavam com 90% do volume de vendas diretas no país. Porém, nos anos mais recentes, a entrada de empresas de outros segmentos (como os varejistas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos e os fabricantes de moda íntima) provocou uma queda dessa participação, que hoje representa 80%. Mesmo assim é uma taxa bastante elevada quando comparada a outros países do mundo.  De acordo com a World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), a federação mundial do setor, a média global da participação de cosméticos e itens de cuidado pessoal nas vendas diretas é de 35%.

O Brasil atualmente posiciona-se como o quarto maior mercado do mundo em volume de vendas porta a porta, perdendo apenas para os Estados Unidos, o Japão e a China. Em 2013, as vendas diretas movimentaram no país R$ 41,6 bilhões em volume de negócios – um crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior.
 

17/07/2014

Fonte: Sebrae

Vendas de cosméticos devem subir em 2014.

 

O varejo farmacêutico espera que as vendas de itens de higiene, perfumaria e cosméticos cresça entre 11% e 20% este ano, segundo pesquisa da Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais (Abradilan). 

 

As vendas desses produtos têm apresentado forte expansão, justificada pela demanda sobretudo da camada emergente da população, segundo a associação. No ano passado, o faturamento com esta categoria foi de R$ 9,331 bilhões, chegando a representar 32,51% das vendas totais de farmácias e drogarias.

 

30/04/2014

Fonte: Portal Giro News

Mercado de venda direta cresce 7,2%

 

O setor movimentou R$ 41,6 bilhões no ano passado, um aumento de 7,2% em relação a 2012, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). O número de pessoas que se dedicam a este tipo de atividade como profissão autônoma cresceu 1,28%, totalizando 4,5 milhões de pessoas em todo o País. 

 

Os resultados colocaram o Brasil na quarta posição do ranking mundial da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e China.

 

03/04/2014

Fonte: Portal Giro News

Pesquisa destaca avanço da presença feminina em cargos executivos.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo site de empregos Catho, a presença feminina nos cargos executivos cresceu significativamente desde 2002. Nos cargos de vice-presidência, o avanço foi de 93,95%.

O levantamento aponta que também houve aumento da contratação de mulheres para os postos de gerência (81,99%), supervisão (79,36%), presidência (62,75%), coordenação (55,23%) e chefia (52%), bem como para os cargos de encarregados (37,78%) e diretores (27,49%).

No que se refere às diferenças salariais, a última Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho (que considerou os níveis júnior, pleno e sênior), revelou que os homens estão ganhando 34,51% a mais que as mulheres – uma diminuição de 2,5% ante a edição anterior da pesquisa.

O setor em que mais se emprega mão-de-obra feminina é o setor de cosméticos e bem-estar, no qual é  a primeira opção para maioria das mulheres que pensam em empreender. 
 

01/04/2014

Fonte: Cosmetics Online

Vendas no varejo crescem 0,7% em Novembro.

O volume de vendas teve seu nono mês consecutivo de crescimento, enquanto a receita nominal se mantém em alta desde março de 2012.

 

São Paulo - O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,7% em novembro e a receita nominal, 1,1% em relação a outubro, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O volume de vendas teve seu nono mês consecutivo de crescimento, enquanto a receita nominal se mantém em alta desde março de 2012. As médias móveis do volume e da receita cresceram 0,5% e 0,9%, respectivamente.

 

Em relação a novembro de 2012, cresceu o volume de vendas de vinte e seis unidades da federação, principalmente em Rondônia (16,9%), Acre (13,7%); Maranhão (13,4%), Paraíba (12,0%) e Paraná (10,0%). A única queda foi em Roraima (-1,3%). Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, os destaques foram São Paulo (6,4%); Rio de Janeiro (8,8%); Paraná (10,0%); Minas Gerais (5,3%) e Rio Grande do Sul (5,1%).

 

16/01/2014
Fonte: Brasil Econômico

Beauty Hair Cosméticos é premiada pela Abihpec no evento Beleza Brasil 2013.

A Beauty Hair Cosméticos foi premiada pela Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) na primeira edição do evento Abihpec Beleza Brasil, onde foram premiadas as principais empresas do setor em diversas categorias. 

 

A Beauty Hair Cosméticos ficou em segundo lugar atrás apenas da Johnson & Johnson na categoria inovação, sendo porém a única empresa do segmento profissional condecorada no evento, "É um reconhecimento muito importante para nossa companhia, ainda mais vindo de uma organização tão importante e influente como é a Abihpec." afirma Cesar Pereira, presidente da empresa. 

O evento aconteceu no dia 8 de outubro na Sala São Paulo e foi tido como o Oscar do setor.

 

17/10/2013

Fonte: Assessoria de Marketing

Gastos com produtos de beleza vão crescer 11% em 2013, avalia Ibope.

O gasto dos brasileiros com produtos de beleza e higiene deve aumentar 11% neste ano em comparação com 2012, para R$ 55,1 bilhões, de acordo com o Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência. 

A classe C, que representa 53% dos domicílios do país, deve consumir R$ 24,6 bilhões do total (45% do total do consumo nacional), seguida pela classe B, deve gastar R$ 21 bilhões (38% do total).

 

Em relação ao consumo regional, os moradores do Sul do país são os que mais gastam com esses produtos, com consumo anual de R$ 374,59 por habitante. No Centro-Oeste esse valor é de R$ 365,60; e no Sudeste, de R$ 361,58. A média per capta nacional é de R$ 335,88.

 

Ao cruzar os dados por classe e região, a ferramenta do Ibope Inteligência mostra que a classe C do Sudeste é a que mais vai gastar com produtos de beleza (R$ 11,8 bilhões), seguida pela classe B do Sudeste (R$ 11,6 bilhões). A classe A do Norte é a que menos vai consumir esses itens em 2013, com gastos estimados em R$ 292,8 milhões. 

 

01/10/2013

Fonte: Jornal Valor Econômico

Consumo de cosméticos cresce acima da média nacional no Nordeste.

Com a ascensão da classe C, o consumo de cosmético cresceu no Nordeste bem acima da média nacional. Em apenas um ano, o número de lojas teve um aumento de 66%. O gerente de uma loja Emilson Menezes conta que a venda de esmaltes cresceu muito. “Antigamente, tínhamos só dois metros destinados a esmaltes. Hoje estamos com oito metros para tentar colocar todos os produtos.”

 

De acordo com o IBOPE, as mulheres gastam aproximadamente R$ 190 por ano com produtos de beleza no Nordeste. “Por mês eu gasto em torno de uns R$ 400: xampu, máscara, reparadores, tudo o que for para o cabelo”, conta a cabeleireira Veridiana Cacau. É por causa de consumidoras animadas que o número de empresas de cosmético explodiu no Nordeste.

A classe C é responsável por 40% do consumo de produtos de beleza no país e três de cada dez pessoas que ingressam nesse segmento estão no Nordeste. A vaidade também tem movimentado o setor de serviços. No Ceará, em um ano o número de salões de beleza aumentou 47%.

 

Uma pesquisa feita pelas empresas do setor mostra que enquanto 52% das casas do Brasil consomem produtos de perfumaria, no Nordeste as colônias e perfumes estão em 80% das residências.

 

25/09/2013

Fonte: Jornal Hoje (Rede Globo)

Vendas em farmácias crescem 12,51% em 7 meses.

 

Dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) apontam que as vendas em farmácias alcançaram R$ 16 bilhões nos primeiros sete meses do ano. 

 

O resultado representa crescimento de 12,51% na comparação com o apurado no mesmo período do ano passado. 

 

O faturamento com produtos de higiene e cosméticos cresce em ritmo superior ao faturamento com medicamentos. De janeiro a julho, as vendas de remédios subiram 10,45% ante o ano anterior, chegando a R$ 10,9 bilhões. Já os não medicamentos cresceram 17,21%, alcançando R$ 5 bilhões.

 

17/09/2013

Fonte: Cosmetics & Toiletries

Sete mil novos Salões de beleza são abertos a cada mês no Brasil.

 

A cada mês surgem no Brasil sete mil novos negócios de beleza no Brasil, segundo levantamento do Sebrae. Em fevereiro de 2012 havia quase 185 mil salões. Em fevereiro deste ano o número saltou para 265 mil, um crescimento de 43%.

 

A maioria destes estabelecimentos são pequenos, abertos por pessoas que formalizaram a situação como microempreendedores individuais.

 

O maior aumento neste setor ocorreu em Minas Gerais, com crescimento de 80,4%. Em segundo lugar está o Rio Grande do Sul, seguido de Santa Catarina. Em quarto lugar está o Distrito Federal, que tem quase seis mil estabelecimentos, dois mil a mais que o ano passado.

 

Estes microempreendedores individuais ganham até 60 mil reais por ano. " Com o crescimento da renda, com o crescimento do emprego, serviços pessoais, serviços no setor de beleza passam por um boom em nosso país, " explica Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae.

 

30/07/2013

Fonte: Jornal Hoje (Rede Globo)

Pequenos negócios estão cada vez mais confiantes, revela Sebrae.

O otimismo dos donos de micro e pequenas empresas vem crescendo desde fevereiro deste ano. Em junho, o Índice de Confiança dos Pequenos Negócios (ICPN), levantamento mensal realizado pelo Sebrae, ficou em 117 pontos, valor superior em nove pontos ao registrado em fevereiro. Em relação ao ICPN de junho de 2012, o aumento foi de cinco pontos.

 

"As boas vendas em maio por causa do Dia das Mães e a proximidade do Dia dos Pais tiveram forte influência nesse resultado", explica o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. De acordo com ele, o recorde do volume total de crédito e o crescimento do rendimento médio dos trabalhadores também promoveram um impacto positivo nos últimos resultados do ICPN.

 

Os microempreendedores individuais (MEI) - aqueles com faturamento de até R$ 60 mil por ano e com no máximo um empregado - e o setor da Construção Civil são os mais confiantes nesse crescimento econômico. Eles apresentaram, respectivamente, um ICPN de 121 e 120 pontos. Quando analisado o resultado por região, os estados do Norte foram os que demonstraram maior otimismo do empresariado em junho, com um Índice de 125 pontos.

 

A confiança também é comprovada na expectativa de faturamento para os meses de julho e agosto. De acordo com o último ICPN, 93% dos proprietários de empreendimentos de micro e pequeno porte no Brasil esperam aumentar ou manter seu faturamento. "Em maio, 75% dos pequenos negócios aumentaram ou estabilizaram seus faturamentos. Esse bom resultado faz com que os empreendedores se sintam cada vez mais otimistas", comenta o presidente do Sebrae.

 

15/07/2013

Fonte: Brasil Econômico

 

Gastos com beleza cresceram 124% em 10 anos.

 

Pesquisa divulgada pelo instituto Data Popular revela que os gastos dos brasileiros com produtos e serviços de higiene pessoal e beleza cresceram 124% nos últimos dez anos.

 

Segundo o estudo, em 2003 foram destinados R$ 26,5 bilhões para este tipo de produto, enquanto em 2013, devem ser dentinados R$ 59,3 bilhões.

 

Para o instituto a expanção feminina no mercado de trabalho é uma das principais responsáveis pelo incremento do resultado.

 

Observando os dados por classe social, o estudo prevê que a classe média seja responsável por quase metade dos gastos, com 47,4% do total. A classe alta aparece em seguida, com 34,2%, enquanto a classe baixa responderá por 18,4% dos gastos.

 

11/06/2013

Fonte: Cosmetics & Toilletries

 

 

Em um ano, São Paulo ganha 12 mil salões de cabeleireiros.

 

O setor de beleza não para de crescer no país. Em 2012, a indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosmética movimentou R$ 30 bilhões, um crescimento de 12,8% aos números apresentados no ano anterior, segundo dados da Abihpec (Associação brasileira das indústrias de higiene pessoal, perfumaria e cosmética). Parte desse lucro deve-se a expansão dos salões de cabeleireiros na cidade.

 

De acordo com a Jucesp (junta comercial do estado de São Paulo), em 2012 foram registrados 11,9 mil salões de cabeleireiros na capital, um aumento de 137% em relação a 2011, quando foram constituídas 5.015 empresas do segmento.

 

Somente no primeiro trimestre de 2013 já foram abertas 4.454 empresas ligadas ao setor de cabeleireiros no município de São Paulo. Dessas 99,6% são micro e pequenas empresas.

 

Fonte: Diário de São Paulo

26/04/2013

 

Beauty Hair Cosméticos participa do fórum sobre comércio e empreendedorismo nos países africanos na Hair Brasil 2013.

A Beauty Hair Cosméticos participou no último dia 06/04 do fórum sobre o comércio e o empreendedorismo nos países africanos na edição da Hair Brasil 2013, a maior feira de beleza da América Latina, representando as indústrias do segmento de produtos de beleza do Brasil.

 

O evento foi marcado pela presença de vários empresários do setor de HPPC (Higiene pessoal, perfumaria e cosmética) que se interessam em introduzir seus produtos nos países africanos.

 

A Beauty Hair Cosméticos sendo umas das empresas que mais investe no empreendedorismo naquele continente foi convidada a dar uma palestra sobre o assunto para os empresários presentes, na companhia dos ministros das relações exteriores, o ministro de comércio e indústria exterior, o diretor geral da Hair Brasil, o presidente da ANTAB (Associação Nacional do Turismo Afro-Brasileiro), o chefe de gabinete da presidência da república, o presidente da câmara de comércio afro-brasileira e o gerente de novos negócios da Beauty Hair, Cesar Junior, na ordem da esquerda para direita respectivamente como ilustra a foto.

 

Fonte: Hair Brasil

17/04/2013

Confiança dos pequenos e médios empresários aumentam no 1º trimestre.

Os pequenos e médios empresários estão confiantes de que a economia vai melhorar no segundo trimestre de 2013. O índice de confiança de empresários de pequeno e médio negócios no Brasil (IC-PMN), medido pelo banco Santander e pelo Instuto Insper, sinalizou que a confiança subiu 2,7% no primeiro trimestre deste ano, atingindo 75,2 pontos.

De acordo com o levantamento, o acréscimo da confiança foi generalizada nas seis questões investigadas (economia, ramo de atividade, faturamento, lucro, empregados e investimento).

"O indicador de confiança está retornando aos melhores níveis históricos e indica crescimento da economia brasileira para o segundo trimestre", avalia Gilberto Abreu, diretor de segmentos do Santander.

Fonte: Brasil Econômico
28/03/2013

Mulher brasileira gasta, em média, R$ 150 reais por mês com cosméticos.

O Brasil já é o terceiro maior consumidor de cosméticos do mundo e lidera o grupo de perfumes e desodorantes. As brasileiras gastam aproximadamente R$ 150 reais por mês com produtos de beleza, sem contar serviços como, ida ao cabeleireiro, manicura, esteticistas e etc, e veem nos itens maneiras de elevar a autoestima.

O mercado de cosméticos, no país, fatura mais de R$ 86 bilhões de reais por ano e o número dispara à medida que o poder econômico da nova Classe c também aumenta.

Fonte: Abihpec (Associação brasileira das indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosmética) e SBT Repórter.
08/01/2013

Indústria de cosméticos deve crescer 12% em 2012.

Os fabricantes de produtos de higiene e beleza registraram faturamento de R$ 15,4 bilhões no primeiro semestre, um crescimento real (descontada a inflação) de 10,3% sobre o mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). O aumento nominal foi de 15,3%. Na mesma comparação, a indústria nacional em geral encolheu 1,2%, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), "Almejamos fechar o ano com crescimento real acima de 12%," afirma João Basilio, presidente da Abihpec.

A distribuição de renda é um dos fatores que mais impulsionam o mercado, segundo Basilio. O faturamento do setor representou 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011 e a Abihpec calcula que essa participação deverá chegar a 1,9% ou 2% da economia este ano. 

Fonte: Brasil Econômico
10/09/2012

Gastos com cosméticos devem chegar a R$ 53 bilhões em 2012.

Pesquisa realizada pelo Data Popular, no primeiro trimestre deste ano, revelou que os gastos totais com o segmento de cosméticos no Brasil devem totalizar R$ 53,5 bilhões em 2012.
O estudo também mostrou que 63,7% dos consumidores estão dispostos a pagar mais pelo produto em função da qualidade. 

Fonte: Cosmetics & Toiletries
30/07/2012



Brasil tem maior taxa de crescimento percentual entre os top 10 mercados mundias de HPPC.

País mantém terceiro lugar no ranking global, crescendo 18,9% em 2011, contra 8,9% de expansão do Japão (segundo lugar no ranking) e 3,8% de aumento dos EUA (primeiro lugar do ranking) – dados Euromonitor / preços ao consumidor


Os dados divulgados pelo Instituto Euromonitor mostram que o setor brasileiro de HPPC (Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) faturou em 2011 mais de 43 bilhões de dólares – preços ao consumidor. O total é 18,9% maior do que o faturamento 2010, quando a indústria movimentou 36,187 bilhões de dólares. O Brasil registrou o maior crescimento percentual entre os top 10 mercados do setor. O segundo maior aumento percentual foi da Rússia, com 14,7% de expansão no comparativo entre 2011 e 2010.

Mundialmente a indústria de HPPC cresceu 9,84%, movimentando USD 425,8 bilhões contra USD 387,7 bilhões em 2010. Juntos os dez principais países do setor foram responsáveis por 64,1% do faturamento total, ou USD 272,98 bilhões. 
  
O setor HPPC gerou em 2010 4 milhões 282 mil oportunidades de trabalho, sendo 1 milhão 480 mil somente em salões de beleza. 
  
Fonte: Abihpec (Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos)
08/06/2012 
  
  
Vendas de cosméticos devem girar R$ 36 Bilhões, alta de 15% no ano. 

O brasileiro nunca comprou tantos produtos de beleza como agora. Este ano, a venda de perfumes, maquiagens, cremes, filtros solares, esmaltes, desodorantes e tintas para cabelo deve girar nada menos que R$ 36,2 bilhões, segundo estimativa do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência. É um aumento de 15,2% em relação ao ano passado, quase seis vezes maior do que o crescimento da economia do país, que fechou 2011 com alta do PIB de 2,7%. Em 2011, segundo o Ibope, esse mercado movimentou R$ 31,4 bilhões.

Um dado que chama a atenção é que as classes C e D/E, juntas, devem consumir R$ 17,7 bilhões, quase o mesmo valor estimado para as classes A e B, de R$ 18,5 bilhões.

— Se a economia se mantiver aquecida — e isso deve acontecer ao que tudo indica — a renda do brasileiro deve continuar crescendo. A transferência de pessoas das classes E e D para C também deve continuar. Com isso, a estimativa é que o mercado de cosméticos continue crescendo no ano que vem, com acesso maior aos produtos — afirma Francisco Caravanti Junior, diretor da Consult Cosmética e Farmacêutica, uma consultoria especializada no setor.

Fonte: O Globo
10/05/2012



Vendas no varejo crescem 2,6% em janeiro.

As vendas no comércio varejista cresceram mais do que esperavam economistas, com aumento de 2,6% em janeiro em relação a dezembro no volume de vendas, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A receita nominal (faturamento) cresceu 3,6% no mês.

Segundo o IBGE, os resultados indicam a “manutenção do crescimento tanto no volume de vendas como na receita nominal de vendas pelo quarto mês consecutivo”.

Fonte: O Globo
23/03/2012



Governo regulamenta profissões na área da Beleza.

As profissões de cabeleireiro, barbeiro, esteticista, manicure, pedicure, depilador e maquiador foram regulamentadas pela Lei nº 12.592, sancionada pela presidenta Dilma Roussef no dia 18 de janeiro de 2012. Tais profissões passam a ser reconhecidas em todo o território nacional, como atividades “de higiene e embelezamento capilar, estético, facial e corporal dos indivíduos”.

O texto da Lei determina que esses profissionais obedeçam às normas sanitárias, realizando a esterilização de materiais e utensílios que forem utilizados no atendimento a seus clientes. A Lei também institui o Dia Nacional do Cabeleireiro, Barbeiro, Esteticista, Manicure, Pedicure, Depilador e Maquiador, que será comemorado no dia 18 de janeiro.

Fonte: Cosmetics & Toiletries
26/01/2012



Economia voltará a crescer no 1º trimestre, aponta Serasa.
 

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica, a economia brasileira deverá retomar a trajetória de crescimento no primeiro trimestre de 2012. Em sua terceira alta consecutiva, o indicador subiu 0,2% (98,3 pontos) em outubro, em relação ao mês anterior.

 

Em razão de sua metodologia de construção, o indicador tem a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência. O levantamento referente a outubro sinaliza, portanto, que a economia brasileira voltará ao ritmo de expansão nos primeiros meses deste ano, depois do período de estagnação ao longo do segundo semestre de 2011.

 

Fonte: Cosmetics & Toiletries

02/01/2012

 

Beauty Hair lança 3 novas linhas de produtos para estimular ainda mais a criatividade dos Cabeleireiros.

 

A Beauty Hair acaba de lançar três novas linhas de produtos, ANTIÍ-AGE - POWER HIDRAT - HIDRATAÇÃO GELÉIA REAL para aguçar ainda mais a criatividade de nossos Profissionais Cabeleireiros.

 

Gostaríamos, como sempre, agradecer aos nossos Distribuidores, Fornecedores e Colaboradores de forma em geral, que trabalham fortemente dia após dia para dar ainda mais credibilidade a nossa instituição.

 

Estes lançamentos completam nosso mix de produtos do ciclo 2011. Agora é aproveitar os lançamentos e evoluir com novas técnicas e novas tendências!


Fonte: Dpto. Marketing Beauty Hair

07/10/2011

 

Despesas com cabeleireiros crescem 44% em seis anos e se igualam aos gastos com frango.

 

Os gastos mensais das famílias brasileiras com corte de cabelo, tintura, lavagem, escova e outros tratamentos feitos em salões de beleza cresceram 44% entre janeiro de 2002 e dezembro de 2008 e se igualaram às despesas com frango, segundo estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgado nesta quarta-feira.

 

Os gastos totais das famílias com cabeleireiros somaram R$ 1,01 bilhão por mês em 2008, apenas R$ 10 milhões a menos que a quantia destinada à compra do frango, um dos símbolos da estabilização monetária no Brasil, desde que foi amplamente incorporado ao cardápio do brasileiro nos anos 90, com o Plano Real. O estudo foi feito a partir de dados das duas últimas Pesquisas de Orçamento Familiar (POF) do IBGE, de 2002 e 2008.

 

Fonte: O Globo 

13/07/2011

 

Brasil se destaca em ranking de empreendedorismo e supera países do G-20

 

Dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) apontam que 21,1 milhões de brasileiros exerceram atividade empreendedora no ano passado, com negócios de até três anos e meio de atividade. A Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) chegou a 17,5% da população adulta (18 a 64 anos). Esse resultado supera a taxa apresentada pela China (14,4%) e pelos 17 membros do G-20 (grupo que integra as maiores economias do mundo) que participaram da pesquisa. Nos Estados Unidos, por exemplo, o índice ficou em 7,6%.

Fonte: Cosmetics & Toiletries
11/05/2011


A Beauty Hair acaba de lançar sua mais nova criação: A Plástica dos Fios Turmalina. 

 

Um produto elaborado com base em uma tecnologia avançada, trazendo praticidade e segurança na aplicação de produtos alisantes. 
Buscamos na inovação cosmética ativos que garatem um cabelo hidratado, macio, com brilho, enfim PERFEITO! 
É um lançamento que traz consigo esperança de novos tempos nos salões de beleza, que traz muito trabalho, pesquisa e o principal: A dedicação dos nossos parceiros. É um lançamento não somente da Beauty Hair, mas de todos os nossos Distribuidores e de todos os Profissionais Cabeleireiros que fazem da Beauty Hair a NOSSA MARCA, a marca que mais cresce no setor da cosmética nacional. 

ESSA VITÓRIA É DE VOCÊS! 

PLÁSTICA DOS FIOS TURMALINA

28/01/2011


Embora a economia mundial no ano de 2009 tenha sido considerada a pior em muitas décadas, a ‘indústria da beleza’ permanece firme, mesmo apresentando certas perdas em alguns segmentos. O status da indústria cosmética e de personal care é um importante indicador da economia: se ela está crescendo, a economia cresce também, o que não foi o caso no ano de 2009. 

Quais foram as novidades vistas no ano de 2009?
A fase de pré-registração do REACH terminou em dezembro de 2008, totalizando 2 milhões de pré-registros, enquanto o Comitê europeu esperava somente 200.000. O REACH (European Community Regulation on Chemicals) é o quadro regulamentar para os produtos químicos e a sua segurança, de uso que faz o registro, a avaliação, a autorização e a restrição do uso de produtos químicos. O REACH teve um impacto global importante, particularmente nos fabricantes dos Estados Unidos, que querem exportar para a Europa. 
O setor dos produtos para o público masculino ‘aguentou’ firmemente a crise econômica. Foram identificados alguns fatores importantes nesse mercado: aumento da classe média, crescimento de países como Brasil, Rússia, Índia e China; facilitação do acesso aos produtos através da internet e tecnologias semelhantes e um marketing mais sofisticado para a população masculina, incluindo apelos da identidade étnica e nacional.

Fonte: Cosmetic Ingredients
17/11/2010